24 de jan. de 2011

INCÓGNITA DA LÁGRIMA

Assim como o orvalho desabrocha no ímpeto das flores, purificando-as para o cintilar dourado do sol no estrelar da matina, são minhas lágrimas, fazendo a devida limpeza . . .

Lágrimas que desabrocham por minha face sem permissividade alguma, chegam e dispensam, despencam qualquer empecilho, que por ventura queira estacionar.

Fico caótico e confuso em tentar entender o meu "penso", é um penso, não penso, dispenso o consenso, um faz, refaz, desfaz, "desnudamente na minha face"!


Pasárgadas lunáticas, que não são compatíveis com os meus recursos e evolução, já até pensei!

Melindres pessoais da maturidade, por enquanto!

Difícil é conseguir transformar as lágrimas em qualquer um outro escapismo! Difícil é manter-se inerte quando os olhos já estão encharcados!


. . . Renovar o meu íntimo, assim como o orvalho toca a flor depois do sereno!

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